Um dos grandes desafios da língua portuguesa para competições militares é a estudo sintática. Muitos estudantes se sentem perdidos entre tantos termos e classificações. Porém, dominar esse teor é crucial para prometer uma boa nota na prova. Pensando nisso, preparamos um guia sobre os prazos incluídos no período simples!
Neste texto você vai se aprofundar nos conceitos de complemento verbal (objeto direto e indireto), complemento nominal, agente passivo e predicativo. Vamos aprender suas funções e dominar a estudo sintática em testes militares!
Termos que fazem segmento do período simples
Os termos integrais são aqueles que – porquê o próprio nome indica – integram o significado de verbos ou substantivos, complementando-os. Eles são essenciais para a compreensão da frase, pois acrescentam informações que seriam perdidas sem a sua presença.
Ao contrário dos termos essenciais – porquê sujeito e predicado, que são a base da frase – e dos termos acessórios – que unicamente acrescentam informações secundárias – os termos integrais preenchem lacunas de significado deixadas por outros termos.
Complementos verbais
Complementos verbais são termos que completam o significado de um verbo. São indispensáveis quando o verbo, por si só, não possui um significado completo, e por isso necessita de um termo para complementar sua teoria.
Objeto direto
Ó objeto direto é o complemento de um verbo transitivo direto. Está vinculado ao verbo diretamenteisto é, sem a urgência de uma preposição. Geralmente, o objeto direto indica o “intuito” da ação expressa pelo verbo.
Exemplos:
- “Ele comprou um livro.” (Quem compra, compra alguma coisa. “Livro” é o que foi comprado, sem preposição).
Objeto indireto
Ó objeto indireto é o complemento de um verbo transitivo indireto. Ao contrário do objeto direto, está ligado ao verbo através de um preposição obrigatória (para, de, em, para, com, etc.). O objeto indireto indica o “beneficiário” ou “destinatário” da ação verbal, ou a quem/o que a ação se refere.
Exemplos:
- “Eu confio em você.” (Quem confia, confia em alguém/alguma coisa. “Em você” completa o significado de “eu confio” com a preposição “em”.)
Complemento nominal
Ó complemento nominal é o termo que completa o significado de um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio), sempre através de uma preposição. É importante não confundir o complemento nominal com o ajuntado adnominal.
A principal diferença é que o complemento nominal é um termo importante para a completude do significado do nome que complementa, enquanto o ajuntado adnominal é um termo inferior, que unicamente acrescenta informações secundárias.
Exemplos:
- “Estou orgulhoso de você.” (“De você” complementa o substantivo “orgulho”. Quem tem orgulho tem orgulho de um pouco/alguém).
- “Ele é solidário para a proposta.” (“À proposta” complementa o adjetivo “favorável”. Quem é favorável, é em prol de alguma coisa).
Dica para diferenciar complemento nominal de ajuntado adnominal: O complemento nominal geralmente tem valor passivo ou completa o significado de nomes que expressam sentimentos, abstrações, qualidades, entre outros.
Agente passivo
Ó agente passivo é o termo que indica quem executou a ação no voz passiva analítica. Ou seja, numa frase na voz passiva, o sujeito sofre a ação, e o agente passivo é quem a executa. É sempre introduzido por uma preposição (geralmente “por” ou “de”).
Estrutura analítica de voz passiva: Sujeito (sofre a ação) + verbo ser/estar + particípio do verbo principal + agente passivo.
Exemplos:
- “O livro foi lido pelo aluno.” (Na voz ativa seria “O aluno leu o livro”. “Pelo aluno” indica quem realizou a ação de ler).
- “A mansão foi construída por trabalhadores.” (“Pelos trabalhadores” indica quem construiu a mansão).
Predicativo
Ó predicativo é o termo que atribui uma particularidade ou estado ao sujeito ou objeto, por meio de um verbo (de relação ou não). Pode ser classificado em:
Sujeito predicativo
Ó predicativo do sujeito atribui uma particularidade ou estado ao sujeito da frase. Sempre aparece ligado ao matéria por um verbo de relação – ser, ser, parecer, permanecer, permanecer, continuar, caminhar no sentido de ser, viver no sentido de ser – ou, em alguns casos, por um verbo de ação.
Exemplos com verbo de relação:
- “Ele está feliz.” (“Feliz” é uma particularidade do sujeito “ele”, ligado pelo verbo de relação “está”.)
- “A pequena parece cansado.” (“Cansada” é um estado da moça, ligado pelo verbo de relação “parece”.)
Exemplos com verbo de ação (verbo transitivo/intransitivo):
- “Os estudantes saiu satisfeito do teste.” (“Satisfeito” é uma particularidade dos alunos no momento da saída).
- “Ele chegou retardado.” (“Moroso” é uma particularidade do sujeito no momento da chegada).
Predicativo de objeto
Ó predicativo de objeto atribui uma particularidade ou estado ao objeto (direto ou indireto) da reza. Refere-se ao objeto, não ao sujeito.
Exemplos:
- “Considerado você é um companheiro.” (“Um companheiro” é uma particularidade que atribuo ao objeto direto “você”).
- “Eu pensei o filme interessante.” (“Interessante” é uma particularidade que atribuo ao objeto direto “o filme”).
Diferença entre complemento nominal e complemento verbal
No estudo da gramática normativa, principalmente no que diz saudação aos termos que fazem segmento do período simples, é fundamental enobrecer claramente o papel do complemento nominal e do complemento verbal.
Vamos inaugurar com complemento nominal. Ele se liga a nomesporquê substantivos, adjetivos ou advérbios, que requerem um termo suplementar para completar seu significado. É sempre precedido por um preposição e seu núcleo, em universal, é um substantivo ou frase fundamentada. Nascente complemento não tem autonomia para expressar o significado completo do nome ao qual está relacionado e, portanto, desempenha um papel importante na estrutura da frase.
Exemplo:
“A mulher precisava de medicamentos”
O termo “de medicamentos” completa o substantivo “urgência” e é, portanto, um complemento nominal.
Já o complemento verbal tem uma função distinta, pois completa o significado de verbos transitivos. Cá, a identificação ocorre pela reparo do requisito da preposição. Quando o verbo necessita de complemento sem preposição, temos a objeto direto.
Exemplo:
“Ela comprou um coche.”
O verbo “comprar” é transitivo direto e “um coche” é seu objeto direto.
Se o verbo requer uma preposição, estamos diante de um objeto indireto.
Olhar:
“Ela precisa repousar.”
O verbo “precisar” é um transitivo indireto e “repousar” é um objeto indireto.
Um repto recorrente nos estudos sintáticos diz saudação à confusão entre complemento nominal e objeto indireto. Ambos requerem uma preposição, porém atendem a núcleos diferentes: o primeiro completa nomesenquanto o segundo completa verbos. Esta elevação é crucial em questões de testes militares, onde a leitura cuidadosa da função sintática determina a resposta correta.
Portanto, dominar os termos incluídos no período simples é um passo fundamental para compreender a primazia no português e prometer sua aprovação nas competições militares. Ao compreender a função de cada um desses termos, você não unicamente melhora suas habilidades de estudo sintática, mas também melhora sua compreensão textual e redação.
Teste seu conhecimento
Compreender a teoria é o primeiro passo, mas para realmente dominar os termos incluídos no período simples e convencionar nos testes militares, a prática leva à sublimidade. Agora que você descobriu os segredos dos complementos verbais, complementos nominais, agentes passivos e predicativos, é hora de testar seus conhecimentos com alguns exercícios.
Lembre-se: em Estratégia Militar, você tem aproximação a um vasto banco de questões para aprofundar ainda mais seus estudos.
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